Nódoa no Brim Edição #50 | Outubro/2017

Por | 26 de novembro de 2017
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“Quando criança, eu queria ser Castro Alves…”

O escritor e jornalista Antônio Torres já conquistou um lugar importante tanto na literatura quanto na formação histórico-social do Brasil contemporâneo. Dentre outros aspectos, ele continua com debates importantes para a sociedade brasileira, debates estes que incorporam os elementos que formam a cultura no país, sobretudo a de massa, atrelando-se de forma consonante com a produção literária do Brasil do final do século XX. Distingue parcialmente sua escrita das outras produzidas neste mesmo período ao evocar os elementos de massa de forma complementar aos conflitos que são recorrentes em seus textos, fazendo um contraste entre rural e urbano. Quando criança, relembra que seu desejo era ser o poeta romântico Castro Alves, não por sua imortalidade, que Torres também já alcançou, mas talvez porque, como ele próprio brinca: “O cara era bonito como um corno e dava muita sorte com as mulheres. Quem é que não queria ser Castro Alves?” Mas esse desejo também vinha por influência das leituras que fazia na época, porque mesmo oriundo de um lugar onde o acesso à leitura era muito escasso, Antônio Torres não esconde estar o poeta entre os preferidos, que tinha seus versos recitados em palanques por ele, assim como o romancista Jorge Amado.

Cláudio Márcio da Silva (PPGEL/UNEMAT)

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O Núcleo Estudos da Literatura Wlademir Dias Pino foi criado pela Resolução n.180/2007 – CONEPE, em 07 de dezembro de 2007. Surgiu do grupo de pesquisa Estudos da Literatura de Mato Grosso, cadastrado no CNPq e liderado por Walnice Vilalva e Tieko Miyazaki.

Autor: Núcleo Wlademir Dias Pino

O Núcleo Estudos da Literatura Wlademir Dias Pino foi criado pela Resolução n.180/2007 – CONEPE, em 07 de dezembro de 2007. Surgiu do grupo de pesquisa Estudos da Literatura de Mato Grosso, cadastrado no CNPq e liderado por Walnice Vilalva e Tieko Miyazaki.

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