Nódoa no Brim Edição #42 | Fevereiro/2017

Pai contra mãe: uma relíquia machadiana entre o literário e o não literário Sei da literatura do Rajastão e da teoria produzida sobre ela tanto quanto sei da física quântica aplicada aos anéis de saturno ou do metabolismo das bactérias que extraem sua energia do enxofre e não do oxigênio: praticamente nada. No entanto, assentado no conforto de… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #51 | Novembro/2017

SADE PERVERTIDO, ou quando o fetiche se volta contra o feticheiro Muitos leitores deste modesto ensaio já ouviram falar no nome de Sade ou, mais possivelmente, na expressão sadismo. Pois bem, posso garantir-lhes que a relação entre os termos, Sade/sadismo, é da mesma natureza que a relação entre o passado e a História. Sim, a História não existiria… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #46 | Junho/2017

Arte e Riso em Lima Barreto Elizabete Barros (UnB) Dizia o conto popular que um povo se matou em nome da caça ao ouro: o perfaço desse ouro derivava dos ossos daqueles que já haviam morrido. Como era farto o cemitério da matéria prima da riqueza! Mas, quando todo um povo quer se alimentar do mesmo pão, não… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #49 | Setembro/2017

A voz da Ancestralidade em Pedra Canga (1987) de Tereza Albues  Pedra Canga é o primeiro romance de Tereza Albuês, organizado em capítulos curtos, traz a narração em primeira pessoa que permite o estatuto explícito da parcialidade, a conciliação da dúvida diante do que é narrado. Entretanto, a narrativa subverte a possibilidade da dúvida ao intercalar entre a… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #48 | Agosto/2017

O Guardião do Passado no Órfãos do Eldorado Órfãos do Eldorado (2008), o quarto romance do escritor amazonense Milton Hatoum, narra as memórias de um velho, Arminto Cordovil, pobre e solitário que decide contar sua história a um anônimo que procura abrigo na sombra de um jatobá. É a partir da configuração da narrativa de si, que a… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #47 | Julho/2017

Ética e Estética da Perversão  O que passou a ser denominado como perversão no conhecimento científico ou, mais recentemente, como parafilia, adveio de uma discussão moral, religiosa e jurídica que apenas teve interesse científico tardiamente. Os médicos só passaram a tratar do assunto a pedido de magistrados. Com isso, o conhecimento clínico passou a ser convocado para ratificar… Leia mais »