Nódoa no Brim Edição #18 | Fevereiro/2015

Resistência, repetição e diferença na lírica da desutilidade “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia.” (Manoel de Barros) Seu nome era Manoel Wenceslau Leite de Barros, Nequinho para os familiares e Manoel de Barros para os leitores. Nasceu no dia 19 de dezembro 1916 em Cuiabá. No dia 13 de… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #17 | Janeiro/2015

Manoel de Barros, 97 anos. Um Cabeludinho. Foram 97 anos. Em 2014 a literatura brasileira perdeu escritores importantes e que, a seu modo, ajudavam a compor novas letras. No último dia 13 de novembro, Manoel de Barros se transformou em letras, palavras, versos, sons e vida na imaginação de milhares de brasileiros que acompanharam sua produção e vida.… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #16 | Dezembro/2014

O dono da palavra em Mad Maria de Márcio Souza O romance Mad Maria, do autor amazonense Márcio Souza, está organizado em 22 partes que se dividem em cinco livros: 1) Ocidente Express; 2) Arbeitmacht Frei; 3) Um dia ainda vamos rir disso tudo; 4) Quando não puder resistir, relaxe e goze; 5) As delícias da acumulação primitiva.… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #15 | Novembro/2014

As memórias de Rachel de Queiroz Você sabe que eu não gosto de memórias. Nunca pretendi escrever memória nenhuma. Tantos anos: as memórias de Rachel de Queiroz, livro publicado em 1998 pela editora Siciliano, como biografia , traz a escritora que vê nas memórias a impossibilidade da confissão – “pois há coisas na vida de cada um que… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #14 | Outubro/2014

Silva Freire: Vanguardas e Poéticas dos (des) entendimentos Não sem razão poética, cultural, social e política Benedito Silva Freira é cultuado como um dos maiores escritores brasileiros em Mato Grosso. Chama muito a atenção, em seus textos, a robustez com que as ideias, debates e embates são lançados no papel.Nesse aspecto, para o discurso mais social, mais político,… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #13 | Setembro/2014

O guardador de rebanhos Seria mais um dia (ou noite) igual a tantos outros… Andaria pelas ruas e becos de Lisboa – no Chiado, ou no Rossio, ou na Baixa Pombalina. Não sem rumo certo e/ou de cabeça vazia. Porque sabia de olhos vedados, se assim os quisesse, o caminho – com seus sinais evidentes e ocultos –… Leia mais »