Nódoa no Brim Edição #14 | Outubro/2014

Silva Freire: Vanguardas e Poéticas dos (des) entendimentos Não sem razão poética, cultural, social e política Benedito Silva Freira é cultuado como um dos maiores escritores brasileiros em Mato Grosso. Chama muito a atenção, em seus textos, a robustez com que as ideias, debates e embates são lançados no papel.Nesse aspecto, para o discurso mais social, mais político,… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #13 | Setembro/2014

O guardador de rebanhos Seria mais um dia (ou noite) igual a tantos outros… Andaria pelas ruas e becos de Lisboa – no Chiado, ou no Rossio, ou na Baixa Pombalina. Não sem rumo certo e/ou de cabeça vazia. Porque sabia de olhos vedados, se assim os quisesse, o caminho – com seus sinais evidentes e ocultos –… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #12 | Julho e Agosto/2014

A importância do Jornal em Mato Grosso Nascido da explosão da cidade, o jornal cresce lado a lado a ela, na busca voraz por captar a rotina de sua dinâmica, a face moderna, ainda obscura. Eis a história percebida no seu processo latente. Não é de hoje que a imprensa periódica possui um papel central como veículo de… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #11 | Junho/2014

Entre o Sagrado e o Profano No Brasil, a expressão “romance de 30” remete-nos imediatamente à narrativa de cunho social, caracterizada pela preocupação em denunciar as mazelas do sistema capitalista, com ênfase sobre a exploração e a miséria da classe trabalhadora. De fato, esta foi a tônica da prosa literária que se consagrou entre nós na década de… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #10 | Maio/2014

Uma Poetisa em cena: Lucinda Persona Lucinda Persona, paranaense radicada em Cuiabá, é poeta premiada nacionalmente e uma das mais importantes vozes líricas do cenário brasileiro contemporâneo. Pode-se ler sua poesia por vários caminhos. Entretanto, quando decidimos estudá-la mais a fundo,as questões que saltavam aos olhos eram a repetição de imagens e, relacionadas a elas, o tema da… Leia mais »

Nódoa no Brim Edição #9 | Abril/2014

JOSÉ SARAMAGO: Os Limites do óbvio …aqui está como as pessoas se enganam nos sentidos do olhar, sobretudo ao princípio. O mar é sempre tenebroso, ainda que com a água cor de jade e o céu como um incêndio. As ilhas, às vezes, parecem que flutuam sobre as águas, e não é verdade…Na vida, há que sempre se… Leia mais »